Por João Paulo Pozzobon
O Romantismo quebrou as amarras de uma educação cristalizada, fundamentada apenas no desenvolvimento da razão; bem como dizia que o homem tinha todo o direito de fazer a sua interpretação pessoal do mundo e de ter a sua filosofia de vida. Assim, no Romantismo, o homem se descobre livre para ser ele mesmo. Seus sonhos podem se tornar realidade. Nada é impossível. Era a hora de sabermos que o que há de mais caro na pessoa humana é o fato de que ninguém é idêntico a mais ninguém. Há riquezas internas que precisam ser exploradas. E esta busca pelo Eu levava os jovens românticos a buscarem o crepúsculo, a sentirem-se atraídos pelo sobrenatural, pelo lado oculto da vida: o misterioso, o místico.
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