sábado, 9 de maio de 2009

Lucas Maidana

O Canto do Guerreiro

I
Aqui na floresta
Dos ventos batida,
Façanhas de bravos
Não geram escravos,
Que estimem a vida
Sem guerra e lidar.
— Ouvi-me, Guerreiros,
— Ouvi meu cantar

II
Valente na guerra
Quem há, como eu sou?
Quem vibra o tacape
Com mais valentia?
Quem golpes daria Fatais, como eu dou?
— Guerreiros, ouvi-me;
— Quem há como eu sou?

Interpretação: O índio queria saber dos guerreiros quem combatia do mesmo modo do índio (herói). Nesse poema mostra bem as características da primeira geração da poesia romântica como: a selva (cenário), a cultura, a tradição, o índio (herói idealizado). E o eu lírico relata feitos de guerra e caçadas.

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